MUSICALmente

ETERNA BOSSA

Já vista por mais de 60 mil pessoas, segundo a organização, a exposição Bossa na Oca terá visitação gratuita a partir desta terça e até o próximo domingo (7).

A Mostra celebra os 50 anos do mais importante movimento musical brasileiro, a Bossa Nova, e faz parte do projeto Itaúbrasil.

A exposição traz depoimentos e registros musicais dos protagonistas do movimento que revolucionou a música popular brasileira. O horário de visitação é das 10h às 21h, no parque do Ibirapuera, na capital paulista. 

A mostra tem direção de Marcello Dantas e Carlos Nader. Entre os destaques está o caráter interativo: muitos vídeos foram feitos para a exposição. Há registros de encontros virtuais, unindo nomes como Tom Jobim, Frank Sinatra, Ella Fitzgerald e Stan Getz, entre outros, tendo Johnny Alf como âncora.

Bossa na Oca
Quando: de terça a domingo (7), das 10h às 21h
Onde: Pavilhão Engenheiro Lucas Nogueira (Oca) - Parque Ibirapuera (av. Pedro Álvares Cabral, s/nº, portão 3)
Quanto: grátis a partir de 2/9

TOM e seu "descobridor" VINÍCIUS de MORAES : PRESENÇA FUNDAMENTAL PARA A BOSSA NOVA

OURO PRETO DE JAZZ

O Festival Tudo é Jazz começa dia 11 em Ouro Preto e já se configura como o maior e mais importante do País na atualidade. Este ano, traz mais de 20 jazzistas de primeiro time, além do projeto homenageando Milton Nascimento, com a participação dele, orquestra e os lendários Wayne Shorter e Ron Carter no piano e no contrabaixo.

E mais: Christian McBride, Nicholas Payton, Avishai Cohen, Wayne Shorter, Michel Portal, Hadouk Trio, Karrin Allyson, Omar Sosa, Bojan Zulfikarpasic, Mola Sylla, Charmaine Neville e Creole Zydeco Farmers.

Mais informações pelo site www.tudoejazz.com.br.

ATRAÇÃO MUSICAL EM CATAGUAZES

A TURMA DO CINEPORT - leia-se Mônica Botelho - trabahando pela CULTURA...

PEDRO LUÍS TRAZ MONOBLOCO A FORTALEZA

Grupo carioca FAZ NESTA QUINTA show de encerramento das atividades do projeto Eu Faço Cultura na capital cearense

            Criado a partir das oficinas de percussão ministradas por Pedro Luís e A Parede (PLAP) a partir do ano de 2000, o MONOBLOCO tornou-se referência do carnaval de rua. Resgata clássicos da cultura carnavalesca nacional e incorpora outros gêneros musicais brasileiros ao instrumental do samba.     

Ao completar seis anos de marcante atuação na renovação da cena carnavalesca carioca, o MONOBLOCO lançou em 2006 o segundo álbum, "MONOBLOCO AO VIVO" (Som Livre) em CD e DVD, registrado no Circo Voador, no Rio. O baile-show contou com a presença de convidados ilustres, como Lenine, Fernanda Abreu, Mc’s Júnior e Leonardo e o cantor Pedro Quental.

            O sucesso das festas pré-carnavalescas (quatro mil pessoas por noite) e do desfile de carnaval pela orla de Leblon e Ipanema (mais de 50 mil pessoas) despertou a idéia de criar um formato de show para ser levado a outras localidades.

    Surge assim o MONOBLOCOSHOW, um coletivo que varia entre 16 e 21 ritmistas, todos músicos profissionais que fazem parte da oficina e da bateria do bloco. Como integrantes, diversos percussionistas da cena carioca, atuantes tanto no samba quanto na música pop, além dos cantores Fábio Allman, Renato Biguli, Nunu da Mangueira, Momo e o cavaquinho de Alexandre Fróes.

         O primeiro CD do Monobloco é de 2002 mas vale lembrar: o primeiro Artista de evidência nacional a descobrir os valores musicais e rítmicos do grupo, a partir do criativo trabalho de Pedro Luís, foi o querido paraibano HERBERT VIANNA, exímio guitarrista e grande Poeta da MPB, que tem belas pérolas musicais com Pedro Luís como a belíssima SINCERO BREU (do CD ACÚSTICO, DE 99) e a bela canção A Mais (do terceiro CD-solo de Herbert, O SOM DO SIM, de 2000).

O Show do MONOBLOCO é esta noite no Dragão do Mar de Arte & Cultura, a partir das 23 horas.

PEDRO LUÍS comanda o MONOBLOCO em novo show esta noite em Fortaleza

 

MARANHÃO DE CANTO CORAL

A Universidade Federal do Maranhão acaba de lançar o edital do 32º Festival Brasileiro de Canto Coral no Maranhão - FEMACO. O Femaco 2008 é uma promoção da UFMA, por meio do Departamento de Assuntos Culturais/ Proex, e acontecerá de 17 a 21 de outubro, no Teatro Arthur Azevedo, em São Luís. A realização é da Fundação Sousândrade e do Instituto Guarnicê objetivando estimular e difundir a prática do canto coral, assim como promover o intercâmbio cultural e o congraçamento entre a instituição, os coros e a comunidade.

O 32º FEMACO vai começar em 17 de outubro com grande concerto de abertura, apresentado por corais infantis, infanto-juvenis e adultos de São Luís. Já no período de 18 a 21 de outubro, a programação terá início com a competição dos corais infantis e infanto-juvenis, às 17h. Já às 20h, começa a apresentação dos corais adultos de São Luís, cidades do interior do Estado e demais estados brasileiros, no Teatro Arthur Azevedo.

Segundo o coordenador do Festival, Professor Euclides Moreira Neto, os corais infantis e infanto-juvenis poderão ter no máximo 60 integrantes. “As inscrições para o 32º Femaco serão aceitas até 12 de setembro. No ato da inscrição, o responsável pelo coral deverá apresentar ficha de inscrição com repertório formado por até quatro peças. O tempo máximo de apresentação são 20 minutos”.

]O regulamento e a ficha de inscrição estão disponíveís na secretaria do Departamento de Assuntos Culturais da UFMA, no Palacete Gentil Braga (Rua Grande, 782-Centro, em São Luís), e também pelo www.festivalguarnice.com.br. Informações: 98. 3231 2887 e 3232 3901, com os professores Euclides Moreira Neto e Maria do Carmo Nunes. Euclides Moreira Neto informa ainda: não será permitido a mudança de repertório após a confirmação da participação do coral.

CORALISTAS GANHAM PALCO HISTÓRICO DO TEATRO ARTHUR AZEVEDO   

MACHADO DE ASSIS NA BOSSA NOVA

   
Carlos Lyra Celebra Machado de Assis em Bossa Nova 


Carlinhos Lyra participou da Festa Literária de Paraty, a FLIP, e falou sobre sua estréia na literatura com Eu e a Bossa - Uma história da Bossa Nova. No livro, um novo olhar sobre a Bossa Nova, além de contar algumas de suas histórias publicáveis, como ele mesmo faz questão de afirmar.

Na mesa de debates, Lyra começou pelo significado da expressão Bossa Nova e afirmou que seu livro é para dismitificar de vez as lendas criadas em torno do que o cantor e compositor chama de "surto cultural". Lyra se destacou em todos os momentos da mesa e arrancava risos da platéia.


Simpático, carísmático e sarcástico em alguns momentos, o autor-músico diz que a Bossa Nova foi um "surto cultural" e não um movimento como algumas pessoas teimam em dizer. Conta que quem deu esse título ao estilo musical foi um judeu da Sociedade Hebraica, no Rio, em 1957, quando ele e outros músicos foram se apresentar lá e o nome valeu como um batizado.


Eu e a Bossa - Uma história da Bossa Nova são memórias de dez anos que Lyra reuniu, escreveu e transformou agora em CD Book e que surgiu desde que Ruy Castro escreveu Chega de Saudade, conta Carlos Lyra.


E a BOSSA nasceu da necessidade de rapazes de classe média de ter de criar a própria música, já que o único ritmo que os agradava era o jazz, que não era brasileiro, mas sempre buscando essa forma: letra e música elaboradas com intenção poética, uma música sofisticada. Assim nasceu a Bossa Nova.


Surpresa no CD Book de Carlos Lyra: a mais nova parceria, com ninguém menos do que o saudoso e celebrado Bruxo do Cosme Velho. Isso mesmo: Lyra musicou o poema Quando ela fala, de Machado de Assis, e acrescentou que na falta de bons parceiros antigos ou novos, apela para os mortos.
 

 LYRA: Revelações sobre a BOSSA NOVA

NOVO LIVRO SOBRE OS BEATLES

Além de grande quantidade de músicas conhecidas no mundo inteiro, impressiona também a grande quantidade de livros, CDs, DVDs e artefatos em geral que até hoje são lançados sobre os Beatles, sempre com boas vendagens. E ainda há muito o que se ouvir e ler a respeito dos cabeludos de Liverpool. Mais um livro acaba de ser lançado, desta vez com atrativo especial para os fãs brasileiros. Beatlemania (Ediouro), do pesquisador Ricardo Pugialli, acompanha a história da banda desde suas primeiras apresentações até o fim oficial.

- Existem poucos livros sobre os Beatles feitos no Brasil. O primeiro deles foi Os anos da beatlemania, feito por mim e o Marcelo Fróes em 1992 - relembra Pugialli, que em 1993 atuou como consultor na vinda do maestro e produtor dos Beatles, George Martin, no Projeto Aquarius.

- Não estou trazendo nenhum segredo fenomenal nunca revelado, mas desminto muita coisa e apresento os fatos da maneira que chegaram aqui pra gente no Brasil. O lançamento traz um ponto de vista brasileiro de quem ficou amigo do George Martin e de pessoas relacionadas com os Beatles e a gravadora Apple, como Derek taylor e Neil Aspinal. Em 1993 e 1994 eu freqüentava a Apple Corps e via e ouvia muita coisa, muito material que chegava. Apesar disso, nunca estava com uma máquina fotografica, isto é, não oferecia riscos para o 'santuário'. Eles continuam com muito medo de tantas pessoas que roubaram o material deles - diz o autor.

Leia a matéria de Leandro Souto Maior no JB e ouça o programa FREQÜÊNCIA BEATLES na Universitária FM, todo sábado, das 18h às 20h (acesse o link em www.auroradecinema.com.br) com apresentação do jornalista Nélson Augusto e participação especial de Astrid Miranda Leão, ambos beatlemaníacos... 

 

O QUARTETO FANTÁSTICO: FOREVER !!!

ACALANTOS DO MUNDO...

É possível que a partir desta terça, 1 de julho, dia do lançamento oficial da biblioteca de acalantos pela internet, outras entidades, nacionais ou internacionais, anunciem projetos similares que já vêm sendo tocados nessa área tão inerente à grande maioria dos seres humanos. E isso só servirá para unir esforços na tentativa de compreender como foi mesmo que tudo isso começou. 

Há cerca de dois anos, Fabiana Marchezi, coordenadora pedagógica da escola do Auditório Ibirapuera, lembrou do acalanto Boa Noite, Meu Bem enquanto tomava banho. "Ocorreu-me, então, que todas as mães do mundo deviam cantar para ninar seus filhos", relembra. A operadora de telefonia móvel TIM, que construiu o Auditório Ibirapuera em outubro de 2005 (e o doou à Prefeitura de São Paulo), desenvolveu um lema que vem ao encontro com a recente iniciativa - "música sem fronteiras".

"O acalanto é, sem dúvida, uma música sem fronteiras", arriscou dizer Fabiana em sua lucubração baseada, até então, no empirismo. Saiba mais: www.estadao.com.br/arteelazer

 

ACALANTO FAVORECE FUTUROS GESTOS DE AMOR...

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